Anaïs Nin vivia em Paris, casada com o homem ideal, Hugh Guiler, e procurava encontrar-se e impor-se literariamente. Henry Miller, mais velho, a viver sempre muito próximo da miséria, cruzava Paris e, por intermédio de conhecidos comuns, entrou no mundo encantadoramente gracioso dos Guilers. Apesar das diferentes personalidades, Nin não podia ter ficado mais feliz.
Esta relação artística e apaixonada foi palco de uma das correspondências mais ricas e íntimas da história literária. As cartas trocadas entre os dois escritores, e que tantas vezes se confundiam com os diários secretos escritos por Anaïs Nin, discutiam literatura, falavam de solidão, choravam angústias, exprimiam paixão e contaram a admiração artística e ligação espiritual que sentiam um pelo outro. Leia mais…
Mark Slouka explora, neste romance, um tema muito próximo de todos, mas com especial interesse para os filhos de pais emigrantes. Como compreender uma história que nos moldou, mas que não vivemos, ou seja, a história dos nossos pais e os lugares onde eles cresceram que habitam as suas memórias.
O protagonista, americano e filho de refugiados checos da Segunda Guerra Mundial, viaja para Praga na esperança de encontrar o passado da sua mãe. Depois de uma infância repleta de histórias de uma terra que não conhece e de significados que não entende, movido por uma imagem quase fantástica e, principalmente, pela história de um romance vivido pela sua mãe, antes do casamento, e que ela não consegue esquecer, o narrador vai ao encontro desse lugar desconhecido e dessa história inacabada. Leia mais…
De volta ao tema mais popular da Arquitectura, e da revista, esta edição regressa ao inesgotável habitar. Numa linha temporal que cruza o Passado com o Futuro, o habitar deste número visita a contemporânea “Casa Sustentável” de Peter Kuczia e a inovadora “Casa deslizante” do DRMM, vislumbra a “Casa do Futuro” imaginada pelo Traço Urbano, mas não esquece a importância da recuperação de uma “Casa no Centro Histórico” pelo ateliê N2X Arquitectos.
Magda Mària e Pere Fuentes dissertam sobre “As formas de habitar” e Frederico Valsassina é entrevistado pela Arquitectura Ibérica e convidado a falar, sobretudo, de si. Leia mais…
Depois de quase quarenta anos como homem de negócios, advogado e consultor estratega, Ronald M. Shapiro crê que o segredo para o sucesso – para qualquer área da vida – está na preparação. É o plano que se executa antes de qualquer tarefa que determina o sucesso dessa tarefa, e quanto melhor for o plano, maior será o êxito. É a preparação, e a repetição desta até à eficiência total, que diferencia as pessoas bem sucedidas das outras.
Para o autor, a definição completa de preparação é baseada em oito princípios de preparação que desenvolveu e comprovou ao longo da sua vida: 1, compreender os seus objectivos; 2, planear com precedentes; 3, conhecer as suas alternativas; 4, definir os interesses; 5, estabelecer a sua estratégia; 6, Estabelecer um calendário; 7, escolher a sua equipa; 8, escrever o seu guião. Leia mais…
O lançamento desta obra sobre as criações desenvolvidas no âmbito do projecto “Loulé – Mercado” é por certo uma iniciativa plena de interesse e oportunidade que registo com grata satisfação. Baseado nesse projecto verdadeiramente inovador que promoveu, com sucesso, a diversidade e intemporalidade da nossa Cozinha, respeitando os padrões e valores tradicionais, esta obra é um Guia, simples mas extremamente atractivo e profusamente ilustrado, das criações explicadas e preparadas nas animadas sessões ao vivo. Leia mais…
A biografia de Shimon Peres confunde-se, intimamente, com a biografia do Estado de Israel. E esta é a biografia definitiva de um dos maiores estadistas do mundo moderno.
Presidente de Israel desde 2007, duas vezes primeiro-ministro, ministro dos Negócios Estrangeiros, Nobel da Paz em 1994, Shimon Peres é um intelectual brilhante, uma figura controversa de Israel, um herói para muitos e uma figura trágica para outros, mas ninguém duvida de que se trata de um líder incondicional. Protegido de Ben-Gurion, para muitos o pai de Israel, que lhe reconheceu muito cedo qualidades únicas e essenciais para assegurar a continuidade do frágil Estado, Shimon Peres não desperdiçou essa confiança e dedicou-se completamente à causa maior da nação judaica, a constituição do Estado de Israel. Leia mais…
Tal como em muitas outras coisas à nossa volta, o sistema de mercado livre é um mecanismo que ignoramos alegremente até descobrirmos que algo está errado.
No meio da guerra entre política de esquerda e de direita, colocam-se os economistas à direita. Existe algo que sustenta esta ideia, uma vez que quase todos os economistas profissionais são ardentes defensores do mercado livre. No entanto, enquanto as facções de direita tendem naturalmente a abraçar os economistas, também tendem a subestimar o efeito do seu apoio em políticas de mercado livre. O resultado é a confusão generalizada. De facto, praticamente todas as crenças comuns sobre economia – defendidas por políticos, jornalistas ou pelos contribuintes – estão simplesmente erradas.
Joseph Heath pretende, com este livro, desmistificar argumentos e mitos falsos que se sustentam à esquerda e à direita, combater a ideia do lucro desmedido em que se baseia uma economia desorganizada. Para isto, reflecte ideias e expõe mentiras sobre o sistema capitalista. Leia mais…
Como será o nosso mundo daqui a 50 anos? A que grandes alterações assistiremos nas próximas décadas? Que novos conceitos surgirão? A inteligência artificial será uma realidade? De que forma toda a vida social será afectada pelo progresso?
O autor faz-nos um retrato de como os próximos 50 anos vão alterar o nosso modo de viver. Tendo em conta o que a humanidade evoluiu no último século prevê-se que muitas áreas, como a tecnologia e a informática, associadas a diversas matérias, evoluam a uma velocidade surpreendente, afectando todas as formas de viver, para o bem e para o mal.
Entre muitas outras, na verdade quase todas, Richard Watson destaca cinco previsões de profundas mudanças que se registarão nas próximas cinco décadas: Leia mais…
Uma das maiores angústias dos pais é quando chega o momento de regressar ao trabalho e é necessário deixar os filhos com outras pessoas. As opções não são muitas. Creche ou ama, ambas apresentam vantagens e desvantagens que devem ser cuidadosamente ponderadas antes de uma decisão precipitada.
Neste livro, as autoras explicam as diferenças e respondem às dúvidas que assaltam todos os pais nesta situação:
Como é a vida na creche?
Que laços se criam com as pessoas que se ocupam da criança?
Como escolher uma ama?
Qual é o melhor ritmo para a criança?
A partir de quando se deve confiar a criança a alguém? E como prepará-la para isso?
Como gerir as relações com os profissionais?
Este livro é uma ajuda fundamental para dissipar as angústias dos pais que de repente se vêem obrigados a repartir a confiança e a responsabilidade de criar e educar os seus filhos. Leia mais…
O texto de Michel Toussaint, intitulado “Algumas obras de Arquitectura notáveis em Portugal e não só 2007 / 2008”, abre o Anuário de Arquitectura 12, uma obra que destaca o que de melhor se fez no ano anterior, no mundo da Arquitectura.
A divisão deste álbum está feita em seis segmentos de grande importância na Arquitectura, a Reabilitação, os Espaços Públicos, os Equipamentos Colectivos, as Escolas, a Habitação e os Escritórios. Para cada segmento foram escolhidos entre dois a quatro projectos que materializam o melhor da produção nacional em 2008. Leia mais…
A 23 de Fevereiro de 2002, Clara Rojas, directora de campanha de Ingrid Betancourt pelo Partido Verde Oxigénio, é raptada, juntamente com esta, durante uma visita ao interior do país, pelas FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Propuseram-lhe a liberdade, estavam mais interessados em Ingrid, Clara não aceitou abandonar a amiga, pensou que as libertariam dali a um mês ou dois… Dias que se transformaram em anos, seis anos na selva colombiana, até à sua libertação a 10 de Janeiro de 2008. Seis meses depois, Clara Rojas decide contar a sua experiência infernal num livro, este livro, Memórias do Meu Cativeiro. Leia mais…
No seu mais recente e controverso livro, Dinheiro Tóxico, Kevin Philips traduz-nos, a partir da linguagem própria do mercado financeiro, as causas que levaram a banca americana ao colapso e consequente crise mundial.
O autor explica-nos que, muito mais do que as condicionantes próprias da finança, como a desvalorização da moeda, a crise é o reflexo de atitudes perigosas, comportamentos inconscientes e produtos defeituosos. Uma bolha de crédito instável que cresceu até um recorde de 20% do produto interno bruto. Philips critica as práticas do “dinheiro tóxico” e o comportamento irresponsável de instituições aventureiras como os hedge funds e outros produtos que, conjugados a uma prática abusiva e sucessivos erros de cálculo de risco, contribuíram para a desesperada situação actual. Leia mais…
Mais de quatro anos depois, a Arquitectura Ibérica regressa a um dos corpos mais próximos da Arquitectura, os museus. Desde sempre ligados a espaços de referência, estes centros de cultura reclamam também para si um olhar artístico de uma outra arte exterior, a Arquitectura.
Helena Barranha fala-nos de “Objectos singulares, lugares reconhecíveis: breve olhar sobre a arquitectura de museus no território ibérico”. Nas restantes páginas, abrimos ao público sete museus, de Arraiolos a Vila Velha, de Geira a Bragança, passando por Espanha e saltando da península para fora para conhecer a Galeria Adriana Varejão Inhotim. Por baixo assinam-se Eduardo Souto de Moura, Carvalho Araújo, António Belém Lima, entre outros.
Em meados da década de 1960, a Igreja decidiu implementar algumas reformas com vista à modernização. Uma delas, a minimização de Maria. Esta decisão acabou por dividir, durante as décadas subsequentes, a Igreja em dois pólos: a direita católica, que reclama a Virgem nas suas formas tradicionais; e a esquerda católica, intitulada de progressista, que defende a redução de Maria à sua condição simples de referência bíblica, rejeitando qualquer glorificação da camponesa de Nazaré como “Rainha dos céus”. Leia mais…
A Grande Estratégia de Portugal na Restauração 1640-1668
Gabriel Espírito Santo
Prefácio de António Ventura
Depois do golpe palaciano do 1.º de Dezembro de 1640, o reino de Portugal viveu uma crise de instabilidades, perigos e oportunidades que os seus dirigentes souberam gerir concebendo uma Grande Estratégia que resultou num Tratado de Paz com Espanha, reino vizinho e principal opositor dos anseios de um povo que desejava ter monarca próprio e natural. Leia mais…
Entre 1977 e 2005, Álvaro Siza foi entrevistado por Dominique Machabert e Laurent Beaudouin. Este livro reúne, pela primeira vez a totalidade dessas entrevistas. Este registo no tempo surge como uma dimensão essencial do diálogo que os dois autores estabeleceram com o arquitecto ao longo dos encontros. Leia mais…
Barrie Pearson não é, nem nunca foi, um homem resignado perante os obstáculos que a vida lhe apresenta. Nasceu com uma paralisia cerebral e hemiplexia, uma paralisia aguda no braço e perna esquerdos, e nem mesmo isso o impediu de se tornar um contabilista de tremendo sucesso como executivo de grandes empresas multinacionais. Sempre conseguiu ver oportunidades nas dificuldades e, para ele, o caminho para o êxito não tem grandes segredos, aliás, as soluções podem ser até bastante simples. Leia mais…
Não será novidade para ninguém falar sobre o aquecimento global e as suas conhecidas e muito divulgadas consequências catastróficas para o nosso planeta: o efeito de estufa, o degelo dos pólos e a subida do nível dos oceanos, a morte precoce de recifes inteiros, as secas, o desaparecimento de espécies, o decréscimo de plâncton e consequente perda de oxigenação planetária, etc. Mas será mesmo assim?
O autor deste livro, cientista e investigador do clima, dá-nos a outra versão desta história, a menos divulgada. Spencer diz-nos que o planeta Terra é frágil, mas muito mais resistente do que imaginamos. Aliás, a História do globo terrestre mostra-nos um poder de adaptação às mudanças climatéricas que provam a sua resistência. Ler mais…
Enquanto o regime comunista conseguiu manter a China privada de uma economia de mercado aberto, o gigante vermelho permaneceu adormecido. Entretanto, as portas para o mercado global, e principalmente Ocidental, foram-se abrindo e, hoje, a força ingovernável de 1,3 mil milhões de consumidores chineses faz-se ouvir e sentir por todo o mundo.
A China, avisa o autor, tem o mais rápido crescimento económico do mundo, chegando mesmo aos incomparáveis dois dígitos anuais, e a força da sua importação, do seu consumo interno e, mais tarde, da sua exportação faz dela o maior pólo de atracção económico do mundo, arrastando para si todas as grandes empresas do Ocidente. Este país, possuidor da maior e mais organizada mão-de-obra do planeta, e uma das mais baratas, chama a si a produção de tudo quanto é fabricado no Ocidente, desenvolve o conhecimento e vende a metade do preço. Leia mais…
Em média, e em praticamente todas as sociedades do mundo, os homens vivem menos sete anos do que as mulheres, quase uma década. As razões, muitas ainda desconhecidas ou mal estudadas, podem ser de diferentes origens. A autora, médica, achou que estava na altura de pensar na natureza das vulnerabilidades dos homens. Serão biológicas, ou seja, inatas e inalteráveis, ou uma função dos papéis sociais que os homens desempenham e da forma como os desempenham?
A resposta, infelizmente para os homens, passa por todas essas possibilidades. Parte das suas fragilidades são consequência da biologia, outras vêm com a educação e a socialização. Os homens são treinados para não se queixarem, para ignorarem a dor e os ferimentos e nunca se recusarem a desempenhar as tarefas socialmente mais perigosas.
Do útero à velhice, da educação às doenças, este livro mostra todos os perigos que potenciam as fragilidades masculinas e orienta-os para uma vida melhor e mais longa.
Em 1983, Kouzes e Posner colocaram a hipótese de que bastaria pedir a pessoas normais para descreverem experiências de liderança extraordinárias para encontrar padrões de sucesso. E estavam certos.
Liderar pode ser uma prática tão única quanto único é o líder que a pratica, mas dos mais diversos relatos e exemplos analisados, os autores descobriram padrões que podem ser aprendidos e vistos como as bases para uma liderança de excelência.
Com esse propósito, James Kouzes e Barry Posner compilaram em Cinco Práticas de liderança o sucesso para se tornar um verdadeiro líder: Mostrar o Caminho, Inspirar uma Visão Conjunta, Desafiar o Processo, Permitir que os Outros Ajam, Encorajar a Vontade. Mais do que um desafio à personalidade, liderar é um conjunto de comportamentos que podem ser atingidos com a aplicação destas Cinco Práticas. Mais de um milhão de pessoas já aceitou O Desafio da Liderança, descubra também como tornar-se um líder inspirador.
Em 1950, o exército comunista da República Popular da China invadiu o Tibete sobre o pretexto de salvar a nação tibetana do feudalismo e retomar um território que, historicamente, lhe pertencia. Esta ocupação, de meio século de repressões, dura até aos dias de hoje.
Frédéric Lenoir, historiador das religiões, conta, neste livro, todos os aspectos desta história de aniquilação de um povo por outro povo. Para percebermos todo o âmbito desta situação, o autor contextualiza-nos na História do Tibete e do budismo tibetano, na História da China e do confucionismo, e dos acontecimentos propriamente ditos cujo desfecho levou o Tibete a integrar, à força, a grande República Popular da China.
Um livro que levará a uma melhor compreensão de um dos conflitos mais conhecidos internacionalmente e que estará nas livrarias aquando dos 50 anos de comemoração da revolta, em Lassa, dos Tibetanos contra a invasão chinesa que se comemora a 10 de Março de 2009.
Voltando a um dos temas preferidos da Arquitectura, a reabilitação, a revista Arquitectura Ibérica 30 olha, desta vez, para espaços diferentes das tradicionais habitações. Assim, museus, castelos, mosteiros, banhos e outros edifícios colectivos são alvos de remodelações arquitectónicas que os recuperam e dignificam.
Pedro Jordão e José António Raimundo Mendes da Silva dão o mote, escrevendo sobre as particularidades da reabilitação, como os materiais, os centros urbanos antigos ou localizações específicas. Carrilho da Graça mostra o seu renovado Museu do Oriente, o Atelier 15 a valorização feita no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Espanha podemos ver os reavivados banhos árabes de Baza, entre outros.
“Já percebi. Foi o barulho. Foi por isso que ele fechou a janela. Foi como soube. Uma vez que ele estava vestido e supostamente de saída, não tinha motivos para fechar a janela. Foi aquele sinal subtil que a avisou, mas foi o medo que lhe deu a coragem para se levantar sem hesitação e seguir de perto o homem que tencionava matá-la.”
Gavin de Becker diz-nos que o medo e a percepção de pequenos sinais podem salvar a nossa vida em situações de perigo. O medo é uma reacção instintiva de alerta que dispara e até se sobrepõe a todos os sentidos e que, se devidamente entendido, pode ser a chave da confiança perante o perigo. É este entendimento que o autor pretende dar através deste livro e da sua vasta experiência com histórias reais que acompanhou durante a sua carreira.
Joseph é um dos mais considerados escritores norte-americanos a caminho de receber mais um prestigiante prémio internacional. Durante o voo, Joan Castleman, a sua mulher, decide terminar o casamento e a narração conduz-nos através do passado destas duas personagens, desde o tempo em que Joan era aluna de Joseph até esta sua decisão final, mostrando todos os sacrifícios a que Joan se sujeitou para bem do seu casamento, inclusive o do seu próprio talento literário.
Por entre uma narrativa cativante e revelações surpreendentes, as páginas deste livro levam o leitor a interrogar-se sobre as escolhas e os sacrifícios que todos fazemos na vida, no casamento, no trabalho, na família. Além disto, Meg Wolitzer mostra o quão frágil pode ser a figura feminina em universos ainda muito sobrepovoados da esmagadora presença masculina.
Terá lugar hoje, 15 de Dezembro, o lançamento do Livro 15 PROJECTOS │ PROYECTOS de José Soalheiro & Teresa Castro, na FNAC – C. C. Vasco da Gama pelas 19h00.
Dez anos depois de Souto Moura, o Prémio Pessoa, a mais alta atribuição cultural do nosso país, volta a consagrar um arquitecto, João Luís Carrilho da Graça, pela sua marca única na Arquitectura portuguesa. Um enorme arquitecto várias vezes publicado pela Caleidoscópio.
Em Março de 2005, a Caleidoscópio editava DSDA – Documentação e Arquivo – Palácio de Belém, da autoria de Carrilho da Graça sobre o seu projecto no Palácio de Belém. Ao longo da existência da Caleidoscópio, vários projectos seus foram publicados em álbuns e edições da revista Arquitectura Ibérica, na qual, no seu próximo número, sairá a remodelação do Museu do Oriente.
Teresa Castro e José Soalheiro apresentam 15 projectos que saíram do ateliê que partilham. A introdução e o prefácio ficaram a cargo de Carlos Infantes e João Ferreira Nunes, respectivamente. Depois apresentam-se as obras, hotéis, casas, faculdades, escolas, assinadas por dois arquitectos que percorreram um excepcional percurso profissional de 20 anos. Um álbum de rara beleza para mostrar a arte eterna da Arquitectura nacional.
Será o Cristianismo apenas uma religião? Para Frédéric Lenoir, não. Para o autor, a mensagem de Cristo espalha-se muito para além das pesadas paredes da Igreja Católica e criou muito mais do que princípios religiosos. Lenoir pergunta porque é que a Democracia e os Direitos-Humanos nasceram no Ocidente e não na Índia ou na China? E responde porque o Ocidente é cristão e o Cristianismo não é só uma religião, é também uma ética universal: amor ao próximo, perdão ao inimigo, igualdade, justiça, não-violência, liberdade, separação da política e da religião, fraternidade humana.
Lenoir tenta mostrar-nos uma forma diferente de ler os Evangelhos, de olhar o Cristianismo e a vida de Cristo, não como um apóstolo de religiões, mas como um espírito livre que pretende, sobretudo, libertar a humanidade dos seus medos.
Sudhir Venkatesh era um jovem sociólogo quando ingressou na maior aventura da sua vida quase por acaso. Inicialmente, procurava apenas fazer um estudo sobre a pobreza vivida nos bairros sociais, mas quando deu por si, era amigo do líder de um perigoso gangue de traficantes de droga. A partir daí, Venkatesh teve caminho livre para observar, registar e viver de perto uma realidade que não era a sua.
Este livro é o resultado dessa oportunidade, o relato diário da sua experiência extrema, uma compilação das histórias que viveu durante anos junto de uma comunidade pobre, mas organizada sobre outros valores que o autor acabou por compreender. Este testemunho de Venkatesh constitui uma oportunidade única de o leitor entrar num universo vedado à maioria das pessoas.
Pela primeira vez, a revista Arquitectura Ibérica lança um número dedicado aos hotéis, um universo que sempre fez parte do círculo íntimo da Arquitectura. Num mundo em que o turismo assume forma de cultura milionária, são os hotéis as casas que oferecemos a quem nos visita e que servem de primeira montra de uma cultura, também arquitectónica.
É a arquitecta Susana Lobo quem faz a apresentação desta edição, com o texto “(Des)encontro de Franciscos”, para depois vermos projectos tão diversos como duas habitações para turismo rural ou o moderno VIP Grand Lisboa Hotel & SPA, surgido do antigo edifício da RTP, ali na 5 de Outubro, ou o resgatado Grande Hotel do Porto, um resistente histórico. Dos hotéis de cidade aos hotéis mais íntimos que se descobrem no campo e na praia, mostram-se aqui, profundamente, treze projectos de uma arquitectura feita para receber.
Campo Baeza, neste livro que já vai na sua segunda edição, descreve o processo de criação, desde a ideia ao resultado final da obra, nunca perdendo de vista a coerência que deve ligar uma à outra. O autor queria dizer que “a Arquitectura, para além das formas que assume, é a ideia que se exprime com essas formas.” Formas, que ao contrário das ideias, são destruídas pelo tempo. De modo simples e poético mostra, entre outros aspectos, a importância da luz na Arquitectura.
Clive Stafford Smith, o autor de “Guantánamo”, esteve no nosso país para o lançamento do livro. Na Fundação Mário Soares, a eurodeputada Dra. Ana Gomes e o Dr. Mário Soares fizeram as honras da casa e apresentaram o livro perante as televisões, rádios, jornais, revistas e uma extensa plateia.
Clive Stafford Smith é um advogado, dedicado aos direitos humanos, que há vários anos representa dezenas de detidos na famosa base naval americana da Baía de Guantánamo. Este livro é um relato pessoal e político da sua própria vivência em Guantánamo, da sua leitura política sobre esta escandalosa prisão, das histórias de vida de vários dos seus clientes e, principalmente, das histórias de sofrimento, tortura e desrespeito vividas por estes prisioneiros dentro da prisão.
O autor conta-nos histórias de arrepiar pelo infortúnio de pessoas vulgares serem presas a troco de dinheiro, torturadas às mãos de um país democrático, humilhadas pela sua religião. No interior desta prisão, que os Estados Unidos tentaram esconder do mundo, os prisioneiros fizeram greves de fome, foram mutilados, suicidaram-se e alguns (mais de 60) eram menores de idade até com treze anos.
Até que ponto o medo e a insegurança justificam trair as leis e os direitos humanos que todos reclamamos para nós?
A partir de uma selecção do editor, este magnífico álbum, amplamente ilustrado e enriquecido de desenhos, esquissos e plantas, apresenta 22 casas da nossa península, assinadas por arquitectos portugueses e espanhóis. Dos clássicos, Álvaro Siza Vieira, Jordi Garcés, Guillermo Vázquez Consuegra e Eduardo Souto de Moura, aos mais novos, Ricardo Bak Gordon e Ábalos&Herreros, as páginas deste álbum ilustram as interpretações que estes mestres ibéricos da Arquitectura têm da habitação unifamiliar. Casas que se desenham sobretudo sobre vastas paisagens de campo e de mar.
Sarabeth e Liz cresceram juntas, a sua amizade aumentou e fortaleceu-se depois da tragédia do suicídio da mãe de Sarabeth quando ambas eram adolescentes. Já adultas, Liz é uma mulher casada, mãe de duas filhas adolescentes e totalmente focada nestes papéis. Por outro lado, Sarabeth continua solteira, cheia de incertezas e a levar uma vida boémia entre casos amorosos e depressões.
Liz parece ser mais feliz, mas quando a sua filha Lauren cai em depressão e tenta o suicídio, o seu mundo desaba. A Sarabeth, todo este cenário traz de volta a memória da sua mãe, o que a afasta da sua amiga no momento em que esta mais precisava. Perante estas novas condições, todos são obrigados a repensar uma vida de hábitos e ressentimentos, expectativas e decepções. Canções Sem Palavras fala dos papéis restritivos que assumimos nas nossas relações mais próximas, dos mitos familiares que nos moldam como filhos e como pais e dos limites – e poder – das amizades que criamos, quando somos jovens.
As personagens centrais da novela de Christian Jungersen são as empregadas do Centro de Informação sobre o Genocídio Dinamarquês, em Copenhaga. Quatro mulheres (duas investigadoras, uma secretária e uma bibliotecária) normais que pesquisam e tratam informação num escritório com computadores, copos de café, ressentimentos silenciados e ansiedade profissional como tantos outros.
Um dia, duas delas recebem ameaças de morte por e-mail e, inicialmente, as suspeitas recaem num criminoso de guerra sob investigação. No entanto, de repente a desconfiança volta-se para as próprias colegas de trabalho. A pacatez do escritório dá lugar à paranóia e transforma-se num lugar de pura maldade.
Das grandes paisagens do genocídio à asfixia de quatro paredes, o autor mostra quão pouco nos conhecemos e até que ponto somos capazes do mal. Best-seller na Europa, A Excepção é um thriller inteligente e raro sobre a verdadeira natureza humana e os diversos aspectos do amor e do mal.
Sophie pediu o divórcio a Mark e este não sabe o que fazer para a reconquistar. Tudo começou quando Mark arranjou um novo emprego que o afastou completamente de casa, deixando a sua mulher totalmente entregue aos afazeres domésticos e aos cuidados com o filho. Como se isto não bastasse, Sophie desconfia que o marido tem uma amante.
Farta, Sophie muda-se para casa da mãe com o filho. Inocente da infidelidade, mas não dos deveres familiares, Mark desespera e inscreve-se na Escola para Maridos, um sítio onde se ensina como ser um marido perfeito, cuidar dos filhos, tratar das tarefas domésticas, etc.
Mas será isto suficiente para Sophie o aceitar de volta? Principalmente quando reencontrou um antigo namorado que é agora um bonito e rico advogado?
Renato Costa é autor do conceito de cozinha intemporal associado a uma filosofia de reinterpretação e valorização da cozinha local menos conhecida. Essa é a verdadeira fonte da sua cozinha reflexiva, que apresenta duas linhas de desenvolvimento:
1 – a procura das origens e a identificação de linhas de continuidade ou de ruptura em função de um tempo histórico (foi neste contexto que publicou o seu livro “sabores intemporais” – nove viagens imaginárias de regresso às origens, que mistura histórias com uma leitura e interpretação da pureza da cozinha local);
2 – a construção (ou “desconstrução”) de uma cozinha intemporal contemporânea, orientada na mesma linha de continuidade com o passado, mas que faz recurso a novas leituras / interpretações e a técnicas / combinações inovadoras no âmbito do universo gastronómico nacional, regional e local. Nesse sentido, a cozinha intemporal recupera técnicas e produtos representativos desses territórios de forma criativa e original, alguns em desuso ou pouco valorizados. Esta é uma nova cozinha evolutiva com profunda identidade e ligação às suas origens.
No dia 28 de Outubro, terça-feira, pelas 18h30, a Caleidoscópioapresentará o seu mais recente título, Guantánamo, no auditório da Fundação Mário Soares, em Lisboa. A apresentação da obra será feita pela eurodeputada Dr.ª Ana Gomes, estando ainda presentes na sessão o Dr. Mário Soares, autor do prefácio da obra, e o autor, Clive Stafford Smith, um advogado inglês que representa há vários anos muitos dos prisioneiros de Guantánamo e que agora relata a sua experiência num livro surpreendente.
Ao visitarem a nossa morada , repararão que ela se divide em duas páginas, uma da editora e outra da revista Arquitectura Ibérica. A da revista ainda não está pronta, mas já falta pouco. Na página da editora, além de ver todas as nossas obras e autores, podem fazer encomendas, submeter uma obra, conhecer-nos melhor, ler sobre os nossos livros, etc. Quisemos um espaço que fosse agradável, simples e funcional, pensamos ter conseguido. Esperamos que gostem. Visitem-nos em:
Bruce Piasecki aborda a ideia provocante segundo a qual, ao criarem melhores produtos, as empresas – mais do que os governos ou a religião – estão numa posição ideal para tornar o mundo um lugar melhor. É sob esta perspectiva que o autor escreve este livro revolucionário, explicando que no futuro, e no presente, não serão apenas os preços a regular o mercado, mas também, e cada vez mais, a consciência social, intelectual e ambiental na concepção dos produtos. Com uma sociedade de milhões de consumidores conscientes da importância destas questões, e influenciados por elas, as empresas estão proibidas de ignorarem o peso social das suas marcas. Assim, Piasecki vê nas grandes empresas, dando vários exemplos, as soluções necessárias para um planeta melhor.
“Este livro deve ser lido por todos os consumidores e gestores que se preocupam com o futuro deste planeta. Este livro indica soluções práticas e pragmáticas para planear e facturar produtos que realçam o nosso estilo de vida do século XXI sem esgotar os recursos finitos do nosso planeta.”
Frank Boren, ex-presidente do Nature Conservancy, Fundador da Conservação Sustentável
“Ao associar acções ambientais e sociais para diferenciação de produto em grandes empresas como a Toyota e a HP, Bruce Piasecki apontou uma fonte importante de vantagem competitiva fornecendo valor no século XXI.”
Dr. Chris Laszlo, co-fundador, Sustainable Value Partners
“Leitura obrigatória para os interessados em passarem para o topo ou manterem-se lá, nos seus sectores industriais nos próximos cinco anos.”
Steve Wolff, presidente, produção de energia, Dayton Power & Light
O autor
Presidente e fundador do American Hazard Control Group, uma empresa de consultoria de gestão estabelecida em 1981 e que trabalhou com empresas como a Toyota, BP, Chevron, Dow Chemical, entre outras. É autor de cinco livros sobre o mundo dos negócios, incluindo o best-sellerIn Search of Environmental Excellence e os seus artigos já foram publicados no Los Angeles Times e no Christian Science Monitor.
Na continuidade da colecção Arquitecturas, da Caleidoscópio, Eduardo Souto de Moura, um dos mais reconhecidos arquitectos do nosso país, compõe este álbum com as suas mais recentes obras.
Com texto introdutório de Nuno Grande, o arquitecto portuense mostra-nos três casas nortenhas e uma em Barcelona. Dois edifícios empresariais, ambos no Porto, e o Museu/Centro de Arte Contemporânea de Bragança. Este belíssimo álbum, amplamente ilustrado, dá-nos a conhecer o culminar de uma vida de mérito de um dos mais consagrados arquitectos portugueses.
O autor
Nasceu no Porto, em 1952. De 1974 a 1979, colabora com o arquitecto Álvaro Siza Vieira. Licencia-se em Arquitectura pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto em 1980. Inicia a actividade como profissional liberal no mesmo ano e no ano seguinte é assistente do curso de Arquitectura na FAUP, sendo posteriormente professor convidado de inúmeras universidades. Do seu vasto currículo, fazem parte incontáveis prémios e obras emblemáticas que o tornam num dos nomes grandes da Arquitectura portuguesa.
No Verão de 1916, em França, durante a Primeira Grande Guerra, Vincent, o narrador, de 16 anos, um jovem pouco sociável que trata o mundo com indiferença, conhece dois homens que vão influenciar o seu mundo para sempre.
Durante o dia, vive com Marcel Proust um amor platónico e imaginado. Durante a noite, vive um tórrido romance com Arthur, o filho da governanta, de 21 anos, soldado na frente da guerra, que, numa pequena permissão de uma semana, procura escapar ao horror das trincheiras.
No seu primeiro, e surpreendente, romance, Philippe Besson escreve sobre amores e sentimentos interditos socialmente. O amor e a amizade entre homens.
O autor
Escritor francês, licenciado em Direito, autor de Son frère, 2001; L’Arrière-saison, 2003; Un garçon d’Italie, 2003; Les Jours fragiles, 2004; Un instant d’abandon, 2005; L’Enfant d’octobre, 2006.
Esta obra que aqui se apresenta ganhou o prémio Emmanuel-Roblès.
Março de 1944: o período mais negro da história acontece para os judeus húngaros. Na altura em que a guerra termina, em Janeiro de 1945, cerca de meio milhão de judeus foram assassinados. O livro conta a história desse período, através de um grupo de pessoas que se conheceram nessas circunstâncias terríveis, de vidas e amores salvos e outros perdidos. No centro da história está Paul Beck, um jovem advogado cuja possibilidade de se encontrar com Raoul Wallenberg, um sueco, podia ter alterado o trágico destino dos judeus.
Neste magnífico livro, Joseph Kertes dá-nos a conhecer a humanidade e a complexidade da mente humana perante as piores adversidades. Ao mesmo tempo, mostra-nos a cultura de um povo europeu desaparecido num dos momentos mais trágicos da história da humanidade.
“Gratidão é um livro rico e grandioso. Revela a complexidade da psicologia humana e as suas motivações. Mostra o destino, a crueldade e generosidade dos seres humanos capturados na violência da história. Joseph Kertes escreve com uma enorme perícia, força e paixão, o que faz ler este livro com puro prazer. Estilisticamente e tematicamente é uma notável proeza.”
Ha Jin, autor de Waiting and War Trash
“Desde as dramáticas primeiras páginas, os leitores ficarão emocionados. A escrita é tão hábil que continuarão a ler e quererão que o livro nunca acabe.”
Wayson Choy
“Gratidão arrebatou-me; é uma enorme e bela história, além de exacta.”
Roddy Doyle, autor de Paddy Clarke Ha Ha Ha, vencedor do Man Booker Prize
“Gratidão é uma trágica história dos nossos tempos – brilhantemente conseguida.”
M.G. Vassanji
O autor
Nasceu na Hungria, tendo fugido com a família para o Canadá depois da revolução de 1956. O seu primeiro livro, Winter Tulips, ganhou o Stephen Leacock Award for Humour.
O número 28 da revista Arquitectura Ibérica é inteiramente dedicado à área da saúde. Com textos introdutórios do arquitecto brasileiro Luiz Carlos Toledo e do arquitecto Rui Barreiros Duarte sobre a história e desenvolvimento dos edifícios hospitalares, este número apresenta projectos emblemáticos, como o Hospital da Luz ou o Instituto CUF; inovadores, como o Hospital Veterinário da UTAD; estrangeiros, de Espanha a Amesterdão; e ainda um artigo de Pedro Jorge dedicado “À saúde de Celestino de Castro”. No final, é ainda possível vislumbrar os projectos vencedores do Prémio de Arquitectura AE ISCTE.
Veronica tem 12 anos e, um dia, enquanto toma conta das suas duas irmãs mais novas, um homem entra no seu jardim e mata as duas meninas.
Enquanto os seus pais, profundamente religiosos, conseguem, mais tarde, perdoar esse homem, Veronica sente que tem de vingar a morte das irmãs.
Jacquelyn Mitchard escreve um romance carregado de drama desde as primeiras páginas, espelhando o maior horror que se poderia abater sobre um seio familiar, a morte de duas crianças. Daqui, a autora percorre o caminho da culpa e da vingança, através de Veronica, e do perdão e da aceitação, através dos pais. Envolvendo-nos numa discussão religiosa que acompanha o desenvolvimento e o desfecho, surpreendente, das acções de Veronica.
“Caixa de Estrelas explora uma irremediável mudança numa família num instante de violência… Veronica Swan narra com a perfeita intensidade de uma adolescente forçada a crescer num horrível e chocante momento e soa tão real que ficará consigo mesmo depois de acabar de ler. Jacquelyn Mitchard está cada vez melhor.”
Jodi Picoult
“Uma história de primeira classe.”
Newsweek
A autora
Foi colunista de jornais e autora de dez livros para crianças e adultos, incluindo o best-sellerProfundo como o Mar.
A revista VIP, no suplemento VIP Kids, dedicou uma página ao último livro da nossa colecção de Psicologia, Uma Família Inventa-se. Sob o título “Construir uma família feliz”, a jornalista Mafalda Galamas mostra os benefícios desta leitura no contexto deste belo e criativo suplemento. Pode ler-se o artigo AQUI.
O Expresso, no suplemento Espaços&Casas, voltou a dar destaque a mais uma edição de Arquitectura da Caleidoscópio. Desta feita, o Anuário XI. Dos 53 projectos reunidos neste compêndio anual, o jornal destacou quatro: um projecto de Siza Vieira, a esplanada Ar de Rio, o Centro de Ciência Viva e o Museu de Elvas. Pode ler o artigo AQUI.
Na edição deste mês, a revista Arquitectura & Construção publicou um artigo de cinco páginas sobre a vida e obra do arquitecto Ruy d’Athouguia, tendo por base o nosso livro, da autoria da arquitecta Graça Correia, Ruy d’Athouguia – A Modernidade em Aberto. Este extenso artigo, amplamente ilustrado com fotos do livro, pode ser lido, na íntegra, aqui.
Esta semana, a revista Sábado publicou um excelente artigo inteiramente dedicado ao nosso livro Os Irmãos Himmler. As várias fotos e destaques escolhidos pelo jornalista Filipe Garcia são prova da enorme qualidade deste documento/livro, que levou seis anos de investigação sobre a vida privada da família Himmler. O artigo pode ser lido aqui.
Nenhuma revelação neste livro é tão estranha quanto a história por detrás do livro. Katrin Himmler cresceu sabendo que o tio do seu pai, Heinrich Himmler, tinha sido o chefe das SS e, definitivamente, o grande responsável pela exterminação dos judeus europeus. Mas também sabia que o seu avô, Ernst, engenheiro de rádio, tinha sido nazi, dada a posição do seu irmão neste partido. O impulso para descobrir mais, levou-a à verdade chocante de que tanto Ernst como Gebhard (o único irmão que sobreviveu à guerra) estavam muito mais envolvidos no Nazismo do que a família gostaria de admitir.
Katrin Himmler descreve a infância e a juventude dos três irmãos Himmler, e a vida caseira que tinham com os seus pais. Originários de uma família de classe média-alta, os pais eram rígidos, mas envolvidos em todos os aspectos da vida dos seus filhos, e os três rapazes tinham respeito pelos seus pais e trabalhavam bastante nas suas actividades de casa e da escola. Os seus pais eram católicos, mas nacionalistas e etnicistas, e não gostavam de judeus, que consideravam “sujos” e primitivos.
Heinrich fez-se membro do movimento emergente Nacional-Socialista e, dada a sua capacidade de organização, foi subindo de posto até chegar ao comando das SS.
O nome Himmler acabou por ser um passaporte de ajuda para os seus dois irmãos e a autora descobre que o seu avô, longe de ser um “nazi menor”, era de facto uma figura chave na organização.
A autora
Sobrinha neta de Heinrich Himmler, comandante das SS, da Gestapo e líder organizador do Holocausto, nasceu em 1967. “Sabia sobre Heinrich Himmler, o meu tio. Sabia sobre ‘o grande assassino do século’, responsável pela exterminação dos judeus na Europa e assassino de milhões de outras pessoas. Identifico-me com as vítimas e sinto vergonha do meu apelido e, de certa forma, uma inexplicável culpa. Mas sempre evitei olhar para a história da minha própria família.”
Em 1972, na cidade de DeClare, Oklahoma, a jovem Gaylene Harjo foi barbaramente assassinada e o seu filho, Nick Harjo, de 10 meses, desapareceu sem deixar rasto. Raptado ou assassinado, Nick desapareceu para sempre, mas não da memória dos habitantes da pequena cidade.
Quase trinta anos depois, um homem surge inesperadamente em Declare, reclamando ser Nick Harjo. Sob o pretexto de descobrir mais sobre o seu passado, este homem vai agitar toda a cidade e envolver os seus habitantes numa história há muito esquecida. À medida que procura as suas origens e uma identidade desconhecida, descobre também uma nova família, novos amigos, mas também inimigos, pessoas pouco interessadas em remexer na história da noite do assassinato de Gaylene Harjo…
“A escrita de Billie Letts resplandece.”
San Francisco Examiner – Chronicle
“Poderoso… os leitores têm a certeza de ler uma memorável história de amor, perda, humanidade e esperança.”
Booklist
“Billie Letts escreve com uma voz fresca e cativante.”
Anne Rivers Siddons
“Os personagens de… Billie Letts são retratados com humor e esperança.”
Publishers Weekly
“Billie Letts tem uma forma de agarrar o público com uma mão, gentil mas firme, no pescoço… Possui um sentido de optimismo avassalador que sombreia qualquer mal menor escondido a cada esquina.”
Dayton Daily News
“Billie Letts oferece ao leitor uma história com personagens inesquecíveis que nos atingem directamente no coração.”
Abilene Reporter – News
A autora
Billie Letts é a autora de inúmeros e aclamados contos e peças de teatro. O seu primeiro romance, Onde está o coração, ganhou os prémios Best-Seller do New York Times e o Prémio Walker Percy. Vendeu mais de três milhões de cópias e foi adaptado para o cinema num grande filme. Antiga professora da Universidade do Sudoeste de Oklahoma, vive em Oklahoma com o marido, Dennis.
O número 27 da revista Arquitectura Ibérica recupera a arte de habitar. Com textos introdutórios de Pedro Fonseca Jorge, Nuno Portas, Pedro Ravara e Carsten Land, esta edição apresenta diversas formas de habitar: apartamentos, moradias e mesmo terraços. Da recuperação de habitações aos projectos de interiores, passando pelos aglomerados habitacionais, as páginas deste número mostram diferentes pensamentos de habitar, dentro e fora das fronteiras ibéricas.
Nina Bouraoui vive permanentemente o sentimento de ser estrangeira no mundo. Filha de pai argelino e de mãe francesa, vive dividida entre duas culturas, duas famílias e dois países: França e Argélia. Sentindo-se uma estranha em qualquer um deles.
Sob o cenário da realidade da Argélia: a guerra da independência, o massacre das mulheres pelos homens, a aprendizagem do sofrimento, a violência, a autora escreve, na primeira pessoa, a experiência do racismo de uma França incapaz de amar verdadeiramente quem é estrangeiro, a experiência da exclusão permanente.
Uma história pessoal e íntima, governada pela violência das palavras de uma jovem presa entre duas culturas, mas exilada das duas sociedades.
A autora
Nascida em Rennes (Bretanha), em 1967, de mãe francesa e pai argelino, Nina Bouraoui cresceu na Argélia, país cuja língua não falava. Aos catorze anos, volta para França, onde a sua mãe, que sofre de asma, vem para se tratar: da noite para o dia, a menina muda de infância. Vive actualmente em Paris. Os seus livros são, na maior parte, escritos na primeira pessoa. Escreveu La Voyeuse interdite (1991), Prémio do Livro Inter, Poing mort (1992), Le Bal des murènes (1996), L’Âge blessé (1998), Le Jour du séisme (1999), La Vie heureuse (2002), Poupée Bella (2004), Mes mauvaises Pensées (2005, Prémio Renaudot e Avant les hommes (2007).
O maior medo do ser humano é, provavelmente, o medo da solidão. Para o evitar, aceitamos menos do que desejamos, acomodamo-nos ao esperado ou entramos e saímos de relações estragadas. Casamo-nos, divorciamo-nos e voltamos a fazê-lo as vezes que forem precisas, desde que não estejamos sozinhas. Não conseguimos perceber que ser solteira é natural, tão natural quanto estar com alguém.
Cada um vem ao mundo como um ser individual, temos pai, mãe e irmãos e família, mas basicamente cada um de nós é um ser humano singular. Temos diversos tipos de relações, o que frequentemente nos dá a sensação de que não somos sozinhos. Porém, se examinarmos a nossa situação de perto, percebemos que, apesar das relações com os outros ou do nosso estado marital, continuamos a ser uma só pessoa. Na nossa vida temos amigos, namorados, conhecidos e colegas, amantes e maridos e diversas combinações entre estas hipóteses, mas mantemo-nos individuais. Mais ninguém habita a nossa pele.
A autora
Psicoterapeuta, possui consultório próprio. Escreveu Wonderful ways to love a child, Wonderful ways to love a teen: Even when it seems impossible, Wonderful ways to be a family, Expecting Baby, Between Mother and Daughter, Getting over getting mad. Escreve artigos para diversas revistas incluindo Family Circle, USA Today, Good Housekeeping, Woman’sDay, Women’s World e Glamour. Foi, por diversas vezes, convidada para programas como o Oprah, ou pelo canal CNN, entre outros.
A nossa autora, Teresa Branco, do livro Estratégias Para Gerir o Seu Peso, esteve ontem no programa Sociedade Civil, da RTP2, onde se falou de Alimentação de Verão, mostrando, uma vez mais, todo o seu saber e profissionalismo. Se não viu, pode ver AQUI.
Nos últimos meses, os nossos álbuns de Arquitectura têm tido grande destaque no Espaços & Casas do semanário Expresso. O reconhecimento do prestígio e da qualidade dos nossos álbuns tem vindo em página dupla. Pode ler os artigos completos aqui:
Eddie Chapman tornou-se num dos mais populares agentes duplos a operar durante a Segunda Guerra Mundial. Durante três anos, este agente secreto britânico arriscou a sua vida num perigoso jogo duplo para ajudar os Aliados a vencer a guerra.
O MI5 chamava-o de Zig Zag e considerava-o um dos seus melhores agentes. O Abwehr – o serviço inteligente alemão – intitulava-o Fritzchen e considerava-o um dos seus agentes mais confiáveis.
Uma história real e fascinante que o autor, jornalista, investigou com a ajuda da viúva, Betty. Tendo acesso exclusivo aos ficheiros privados do espião, Booth fez a biografia do agente duplo que espiou o Reich e trabalhou para os serviços secretos britânicos como Agente Zig Zag.
“O autor escreve como John le Carré… Uma extraordinária leitura.”
Pasadena Star News
“Um livro clássico de espionagem… uma maravilha.”
New York Times Book Review
O autor
Escritor e locutor de rádio. Trabalhou dez anos como jornalista, tendo começado a sua carreira no Observer e acabado como editor de tecnologia no The Times.
A. J. Jacobs, jornalista, judeu, mas pouco, decide iniciar uma original jornada espiritual: viver uma completa vida bíblica durante um ano, ou seja, seguir a Bíblia tão literalmente quanto possível durante esse tempo.
Respeitar os Dez Mandamentos, amar o próximo, evitar usar roupas feitas de mistura de fibras, deixar crescer a barba, apedrejar os adúlteros, contactar com o máximo de religiões possível que também tentam viver segundo os ensinamentos bíblicos e, acima de tudo, tentar conciliar este modo de vida com a modernidade do século XXI é o que Jacobs tenta, e vive, durante um ano inteiro.
Este livro é o registo, em jeito de diário, dessa experiência ousada. As vivências, as dificuldades, as reflexões e as conclusões do autor sobre o mundo religioso actual, as discrepâncias do Velho e Novo Testamento e a impossibilidade de seguir à risca o livro mais influente do mundo.
“Do que é que uma pessoa precisa para viver segunda os mandamentos da Bíblia durante um ano inteiro? Esta é a questão que anima esta hilariante, quixotesca e provocativa memória.”
Publishers Weekly
“Uma memória hilariante.”
Time
“Terno… divertido.”
Janet Maslin, The New York Times
“Inspirado e inspirador.”
Vanity Fair
O autor
Autor de América Off-Line e My Outsourced Life para a Esquire e editor de What it feels like. Escreveu The know-it-all, livro que se tornou um best-seller do New York Times.
Pode ler parte da Introdução desta obra, e algumas fotografias, aqui.
O Anuário de Arquitectura XI, composto por um vasto leque de obras, está dividido por programas onde se incluem os projectos adequados, são elas: Infra-Estruturas e Urbanismos; Cultura; Lazer; Serviços; e Habitação.
Em cada um destes capítulos, poderemos encontrar diversas obras de grande prestígio, assinadas pelos melhores arquitectos, que representam o que de melhor se faz em Portugal em cada diferente área da Arquitectura.
O autor
Nasceu em Lourenço Marques, Moçambique.
Licenciado em História de Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Curso de Pintura e Desenho, de Estética e Teorias da Arte Contemporânea pela Sociedade Nacional das Belas Artes. Depois de ter passado pela Architécti, Arte e Construção, Artes Plásticas, Casa e Decoração, Máxima Interiores, Estar Editora e Edições ASA é, presentemente, editor da Caleidoscópio e director do periódico Arquitectura Ibérica.
Onze psicanalistas, psiquiatras e psicólogos olham a vida de onze celebridades que marcaram o século XX – Josephine Baker, Simone de Beauvoir, Maria Callas, Collete, Dalida, Lady Diana, Marlene Dietricht, Jacqueline Kennedy, Edith Piaf, Françoise Sagan e Virginia Wolf – e mostram o retrato do que viram como se estas divas tivessem sido suas pacientes.
Exploram pistas, tecem hipóteses e criam teorias que permitem ao leitor rever estas mulheres famosas, que nunca tiveram uma relação tranquila com a vida, de um modo mais humano e igualmente fascinante.
A intenção da autora nunca foi a de criar um livro de carácter profissional, de visões profissionais, mas sim a de oferecer ao leitor uma visão interior de nós próprios através das vidas singulares destas onze divas.
A autora
Jornalista de imprensa escrita, especialista em sociedade e psicanálise, autora de 30 obras, incluindo dois romances, biografias de artistas e de ensaios em colaboração com psiquiatras.
Com base na sua vasta experiência profissional, e numa relação de grande proximidade com as várias problemáticas associadas, Hélène Brunschwig escreve um livro espantoso sobre a construção da família, da gravidez à primeira infância dos filhos, e as dificuldade com que se depararão os futuros pais.
Este livro, que desconstrói mitos e medos infundados, é um verdadeiro guia que acompanha todas as etapas da chegada de um novo membro à família e ajuda a perceber e resolver essa vida nova que é um filho.
O que sente um bebé ainda dentro da barriga da mãe, as relações com os irmãos e a importância dos outros familiares, o papel do pai e os sentimentos e desenvolvimento cognitivo do bebé são alguns dos muitos assuntos abordados nestas páginas. Além de um manual completo de todas as etapas da criança, este livro prático apresenta ainda casos reais de problemáticas mais sérias seguidos pela autora, no seu consultório.
A autora
Psicanalista e psicoterapeuta, trabalha em investigação de psicolinguística no CNRS. Trata crianças e adultos e propõe consultas mãe/criança, trabalha também sobre os medos e o sono. Escreveu diversos livros sobre psicologia e numerosos artigos nesta área.
Era uma vez uma jovem e doce donzela que casou com o homem dos seus sonhos. Depois da lua-de-mel, ela esperou pelo “e viveram felizes para sempre” mas o seu Princípe Charmoso transformou-se num sapo.
Esta é a história de Holly, uma mulher de 25 anos, que tem de recomeçar a sua vida, depois do casamento de conto de fadas ter acabado. Ao fim de um ano de casada, o divórcio bate à porta e Holly muda de cidade e de emprego para começar de novo. Ela sempre fez tudo o que esperavam dela, pensava nos outros em primeiro lugar e nunca fazia nada de que se arrependesse, até casar com um homem que pensava ser o seu príncipe, mas que na lua-de-mel lhe confessou que não se sentia atraído sexualmente por ela.
“Espirituoso e divertido.”
The San Francisco Chronicle
“Uma dose de Cinderela, duas doses de Mulher de Sucesso e muito agradável, O Príncipe Sapo de Jane Porter é uma notável leitura de Verão e um presente perfeito para uma amiga…”
Linnea Dodson
“Nunca tivemos de imaginar o que a Branca de Neve teria feito se o seu príncipe se virasse para ela e dissesse ‘Olha, Branca, não estou interessado em ti…’”
Bronwyn Miller
A autora
É uma nova voz que surge no panorama das escritoras dedicadas ao público feminino. Vive em Seattle, Washington, com os seus dois filhos. Escreveu, além de mais de uma dezena de romances clássicos, Flirting with forty, Odd mom out e Mrs. Perfect.
Cobaias Humanas é um livro corajoso que expõe um dos maiores atentados à dignidade humana, o uso de pessoas carenciadas como cobaias em testes de medicamentos.
O mundo subdesenvolvido apresenta-se perante as grandes empresas farmacêuticas como um laboratório humano livre dos olhares indiscretos do mundo ocidental. Depois de vários anos de investigação, Sónia Shah expõe casos concretos ocorridos da Ásia a África. Em lugares como a Índia ou a Zâmbia, onde as doenças, a pobreza extrema e o desespero são moeda de troca barata para o abuso da indústria farmacêutica.
Os testes de drogas, práticas sem ética, da indústria mais rica do mundo que, para desenvolver novos medicamentos para os ricos, nega as necessidades de saúde do terceiro mundo.
Jornalista independente, autora do livro Crude: The story of oil. Nasceu em 1969 em Nova Iorque, filha de médicos emigrantes indianos. Publica artigos em diversos jornais e revistas.
Livro póstumo de Leo Perutz, O Judas de Leonardo é uma belíssima incursão ao romance histórico e uma reflexão sobre o acaso que governa as nossas vidas.
Da Vinci, prestes a terminar A Última Ceia, procura um rosto que sirva de modelo para o seu Judas e encontra-o no comerciante Joachim Behaim.
Com impressionante destreza, Perutz combina personagens históricas e imaginárias, criando o seu romance em torno de três eixos: a vida do comerciante, o conceito que Da Vinci faz do pecado de Judas e a representação de Judas em A Última Ceia. Para reconstruir a cidade de Milão do século XV, o autor pesquisou a fundo, durante vinte anos, a história de Leonardo da Vinci a partir de escritos do próprio pintor e do seu famoso biógrafo, Giorgio Vasart. Publicado pela primeira vez segundo o manuscrito original de Leo Perutz.
“Perutz é um poeta com a capacidade de escrever romances invulgarmente cativantes. Repito: um poeta.”
Carl von Ossietzky
O autor
Nasceu em Praga, em 1882, e mudou-se com a sua família para Viena em 1899. Em 1938 emigrou para Tel Aviv. Faleceu em 1957 em Bad Ischl. A sua obra é composta por numerosos romances e contos, tendo sido traduzida em inúmeras línguas.
Fachada Ventilada é um álbum de grande qualidade dedicado à cerâmica. Conta com uma extensa introdução do autor sobre todas as potencialidades, técnicas, métodos e vantagens de uma indústria cada vez mais usada em exteriores.
Este belíssimo álbum está estruturado em três partes, dedicadas a três diferentes concepções: Murais, de edifícios de habitação a centros comerciais, de Barcelona a Glasgow; Filtros, que incluem centros empresariais, esquadras, casas e escritórios; e Envolventes Contínuas, um processo de coberturas que se adaptam a habitações particulares e a edifícios públicos de grande dimensão.
Este álbum, elegantemente ilustrado, não só documenta projectos de extrema beleza e imponência como cientifica um importante sistema de construção.
O autor
Doutorado em Arquitectura pela ETSA de Barcelona, da Universidade Politécnica da Catalunha. Actualmente dirige a Escola Superior de Arquitectura da Universidade Internacional da Catalunha e, desde 2004, a primeira Cátedra Cerâmica, patrocinada pela associação de Ceramistas (ASCER), naquela mesma universidade. É membro das comissões de peritos da AIDIT e do ITeC, especializado na inovação tecnológica de produtos cerâmicos, com diversas obras, distinções, publicações e projectos de investigação.
Neste livro, e numa época em que se cultivam os valores da juventude, o autor mostra as mudanças radicais que se operam na mentalidade e na vivência da mulher madura. Estas mulheres redescobriram um novo modo de vida pleno de liberdade financeira, de espírito e sexual.
Diego Armário explica que uma mulher madura plenamente consciente do seu poder sexual tem à sua disposição um vasto leque de possibilidades que já julgava perdidas. A segurança, o charme e a sedução são armas poderosas que não estão ao alcance da juventude, mas que só a idade coloca ao dispor de quem as souber usar. No entanto, para conseguir viver e desfrutar deste poder, a mulher precisa de se libertar de várias amarras sociais e mentais que a prendem a preconceitos ultrapassados. Um livro perturbador, ilimitado, sem hipocrisias nem mensagens morais.
O autor
Licenciado em Ciências da Informação pela Universidade Complutense de Madrid, onde estudou Psicologia, é autor de La España de los años 50 a través de Bardem y Berlanga, El Triángulo: el PSOE durante la transición, La muerte de un Señor de Quinta (finalista do Prémio Fernando Lara, em 2003), La Hora Cero (Almuzara, 2005), Universo Alzheimer e Los tontos com poder (Almuzara, 2006). Actualmente, além de colaborar em vários meios de comunicação, participando em tertúlias radiofónicas e conferências, é professor na Universidade San Pablo CEU e membro do grupo de Comunicação da Unesco em Espanha. Foi Director da Rádio Nacional de Espanha.
O número 26 da revista Arquitectura Ibérica é inteiramente dedicado à madeira. Com textos introdutórios de João Leite Garcia, Helena Cruz e Pedro Palma sobre o uso da madeira na construção tradicional, onde explica as vantagens e desvantagens deste material, os perigos e os cuidados a ter. Seguem-se diversos projectos com dedicação especial à madeira, desde recuperações a construções de raiz, desde espaços interiores a espaços exteriores e públicos.
Filosofia e História da Ciência em Portugal no Século XX
Augusto Fitas
Marcial Rodrigues
Maria de Fátima Nunes
A filosofia da ciência em Portugal no século XX, em especial até 1974, caracterizou-se sobretudo pela assimilação e divulgação das ideias que chegavam de além-fronteiras. Na história da ciência predominou um memorialismo de cunho nacionalista.
As circunstâncias políticas e ideológicas e o panorama reaccionário da cultura filosófica portuguesa, face aos avanços da ciência, explicarão a razoável marginalidade em que a epistemologia viveu entre nós. Serão sobretudo homens de formação científica quem mostrará abertura às questões epistemológicas.
Com a revolução de 1974, este panorama alterou-se e foi possível a abertura à filosofia da ciência. Depois dos anos 40, os historiadores da ciência alargarão o seu campo da época das descobertas para os séculos XVII a XIX, integrando nos estudos históricos, sobre a ciência em Portugal, a cultura científica europeia.
Os autores
Augusto José dos Santos Fitas, doutor em Física, é professor na Universidade de Évora com a agregação em História da Física.
Marcial António Estrela Rodrigues, licenciado em Filosofia, é professor na Escola Secundária André de Gouveia, em Évora, e investigador do CEHFC.
Maria de Fátima Nunes, doutora em História, é professora na Universidade de Évora, onde se agregou, e investigadora do CEHFC.
Este livro tenta aprofundar a nossa compreensão para este terrível fenómeno que tem aumentado dramaticamente nas últimas décadas. Retrata o uso de crianças como soldados nos conflitos armados, tanto pelos governos como por guerrilhas militares em diversos lugares do mundo: Ruanda, Colômbia, Sri Lanka, Uganda e Afeganistão.
As crianças são vítimas das maiores atrocidades e contam, na primeira pessoa, o que são obrigadas a fazer e o sofrimento por que passam às mãos destes grupos.
A grande força do livro recai na forma como as histórias das crianças são usadas para ilustrar o problema das meninos-soldados: como são recrutadas – incluindo recrutamento voluntário, rapto, coerção, etc. Expõe também as deficiências no sistema das Nações Unidas para evitar situações como estas.
“Falar das crianças-soldados é falar de uma das novas formas de escravatura e de um dos maiores insultos à consciência e ética humanas. É falar também do profundo sentimento de horror e de medo em que vivem estas crianças – os rapazes como carne picada para as metralhadoras e as minas; as meninas como carne para sexo em permanente disposição – quase sempre raptadas às suas pobres e indefesas famílias ou fugidas da sua miséria, da sua falta de esperança, da sua orfandade de pais e de humanidade.”
Dr. Fernando Nobre (presidente da AMI)
O autor
Jornalista e professor. Recebeu um prémio da Universidade Northwestern pela sua história sobre o impacto da Guerra do Golfo nas crianças. É embaixador da Boa Vontade das Nações Unidas.
Casas Recuperadas II é o segundo álbum dedicado às habitações unifamiliares requalificadas em espaços urbanos. Este belíssimo livro, amplamente ilustrado, apresenta vinte projectos ibéricos, de Lisboa a Barcelona, de Évora a Sevilha, com as assinaturas de Carrilho da Graça, Eduardo Souto de Moura, Ricardo Bak Gordon, João Trindade ou Falcão de Campos, entre outros. Com textos introdutórios de Pedro Fonseca Jorge e do editor, José Manuel das Neves.
O autor
Nasceu em Lourenço Marques, Moçambique.
Licenciado em História de Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Curso de Pintura e Desenho, de Estética e Teorias da Arte Contemporânea pela Sociedade Nacional das Belas Artes. Depois de ter passado pela Architécti, Arte e Construção, Artes Plásticas, Casa e Decoração, Máxima Interiores, Estar Editora e Edições ASA é, presentemente, editor da Caleidoscópio e director do periódico Arquitectura Ibérica.
Shephanos emigrou da Etiópia com 16 anos para os Estados Unidos no dia a seguir ao seu pai ter sido assassinado por soldados revolucionários no seu país.
Num subúrbio de Washington, abre uma mercearia, onde os seus clientes são estudantes, durante o dia, e são prostitutas e alcoólicos, à noite.
Todas as quintas-feiras encontra-se, na sua loja, com seus os amigos, também emigrantes, Joseph, do Congo, e Kenneth, do Quénia, e conversam sobre o isolamento das suas vidas, os sentimentos de frustração de sonhos perdidos, a saudade dos seus países, ambições românticas, politicas raciais e preconceitos. Este trio de emigrantes, nostálgico e divertido, cria o seu pequeno lugar neste mundo.
A esperança de quebrar uma vida triste surge quando Judith e Naomi, a sua filha, se instalam no seu bairro.
O autor
Nasceu em Addis Abeba, Etiópia em 1978. Em 1980 emigrou para os Estados Unidos com a sua mãe e irmã, juntando-se ao seu pai, que tinha fugido da Etiópia durante o período do “Terror Vermelho”, em 1977-1978. Licenciado pela Universidade de Georgetown, escreve para diversas publicações, incluindo a revista Rolling Stone. Este é o seu primeiro livro, que recebeu diversos prémios, incluindo o Guardian First Book Prize no Reino Unido, e foi considerado um dos 100 melhores livros de 2007 para o The New York Times Book Review’s, entre outros.
A arquitecta Graça Correia delineou um livro onde expõe um dos arquitectos mais vanguardistas, porém pouco estudado, do século XX. Ruy d’Athouguia.
Autor de um dos maiores ícones da nossa arquitectura, a sede da Fundação Calouste Gulbenkian, Athouguia foi, segundo Graça Correia, um dos arquitectos que desenhou a modernidade da arquitectura portuguesa num tempo em que esta ainda se debatia.
Com prefácio de Eduardo Souto de Moura, contextualizações culturais e reflexões teóricas sobre a Arquitectura portuguesa, apresentação da vida e obra de Ruy d’Athouguia e considerações do próprio, este livro é um documento completo sobre um arquitecto e o seu tempo.
A autora
Nasceu no Porto a 24 de Junho de 1965. Licenciou-se em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, em 1989, e colaborou com o arquitecto Eduardo Souto de Moura até 1995. É professora associada no Departamento de Arquitectura da Universidade Lusíada do Porto e instala-se, em 1995, em escritório próprio, iniciando actividade individual. Fundou em 2005, juntamente com Roberto Ragazzi, a Correia/Ragazzi arquitectos, onde desenvolvem projectos de natureza individual ou em parceria, designadamente a Casa do Gerês.
Aos 15 anos, Julia desapareceu sem deixar rasto, abalando para sempre a vida dos outros dois amigos, Isabel e Owen, que encontraram algum consolo na companhia um do outro, até a desventura os separar para sempre.
Anos mais tarde, Isabel regressa à sua cidade natal para o funeral de Owen, trazida pela suspeita crescente de que Owen fora o responsável pela morte de Julia e esperançada em encontrar uma resolução para o desaparecimento da amiga.
Sentindo-se afastada do seu marido e filho que ficaram na Turquia, e inundada com memórias inesperadas, Isabel aventura-se nas profundezas sombrias do seu passado.
Mas nada é o que parece – nem passado nem presente – e à medida que o seu mundo se revela, percebemos finalmente a assombrosa e esmagadora verdade.
“Jones arquitectou a sua melhor trama, até à data.”
Literary Review
“Elegantemente escrito, absolutamente arrepiante, vai manter o leitor cativo desde o início ao fim do livro; obra com potencial para se tornar um clássico.”
Elle
“Uma história intrigante… é um livro que você não será capaz de pousar.”
Easy Living
A autora
Nasceu em Yorkshire em 1967. Estudou representação na Universidade de Londres. Viveu alguns anos no Japão onde trabalhou como professora e tradutora. Escreveu The Earthquake Bird (2001), que ganhou o prémio do CWA John Creasey Memorial Dagger em 2001 para primeira obra policial, e Waterlily (2003).
Nesta edição especial da Arquitectura Ibérica é apresentada a nova imagem da revista, com um novo logótipo, um novo formato e um renovado desenho gráfico.
Para assinalar esta nova etapa, este número converteu-se numa monografia dedicada ao arquitecto João Álvaro Rocha, contemplando um período de tempo entre 2001 e 2007. Além da introdução de Francisco Mangado, esta edição apresenta 14 projectos, todos da autoria de João Álvaro Rocha, entre várias casas e edifícios públicos, como a Câmara Municipal de Ponte de Lima ou o Metro do Porto. Para um desfecho perfeito, podemos ler João Álvaro Rocha e Eduardo Souto de Moura em conversa.
Entre diversas publicações da área, o Diário de Notícias, a Exame ou até Os Meus Livros, o Público, no seu suplemento de Economia, considerou o nosso livro, A Verdadeira Máquina de Fazer Dinheiro, “um dos melhores livros de sempre jamais escritos sobre vendas.” Pode ler-se o artigo inteiro aqui.
Chet Holmes é conhecido como “o maior perito de negócios em crescimento na América”. Ele ajuda os seus clientes a implementar estratégias e a superar as suas expectativas de vendas. O seu conselho começa por um simples conceito: focar-se em 12 áreas críticas e melhorá-las, uma de cada vez, praticando-as repetidamente com uma disciplina rigorosa. A Verdadeira Máquina de Fazer Dinheiro ajudá-lo-á a revolucionar o seu negócio, a impulsionar fortemente a sua produtividade e, o mais importante, a saber como mantê-la.
“Chet Holmes é um dos grandes professores de marketing, vendas e negócios de sucesso do mundo de hoje. Este fantástico livro irá potenciar os resultados em todas as áreas do seu negócio.”
Conceituado consultor de negócios, mestre da estratégia e professor universitário. Tem entre os seus milhares de clientes empresas como a NBC, Citibank, Warner Bros, Estée Lauder, Pacific Bell e Merrill Lynch. Delineou também centenas de campanhas de publicidade e vendas para diversas indústrias.
“Quando uma mulher atinge o pico da sua vida, a começar aos 45 anos, apenas um inimigo tem o poder de ameaçar a sua confiança, roubar a sua beleza, torná-la invisível e até voltar os prazeres da vida contra si. Esse inimigo é o Tempo.”
Para vencer este inimigo, a autora escreveu um livro dirigido às mulheres maduras e experientes, ensinando-as a desenvolverem dez tácticas de intemporalidade ao encontro de uma nova vida. A juventude passada dá lugar a uma confiança e um carisma que proporcionam novas formas de prazer e de realização pessoal. Tendo por referências ícones femininos de força e de poder, como Hillary Clinton, Jackie Kennedy, Golda Meir ou Condoleeza Rice, Harriet Rubin mostra como alcançar reconhecimento e felicidade depois dos 45 anos de idade.
Fundadora da chancela Currency, da editora Doubleday, onde é directora editorial, já publicou vários bestsellers. É consultora de diversas empresas da área da comunicação. Autora de The Princessa: Machiavelli for Women.
David é um homem casado, pai de duas meninas, um excelente cozinheiro, passa as manhãs de sábado no parque infantil com as filhas, esforça-se por ser um doméstico prestável e um marido atencioso, raramente com sucesso.
Certo dia, ao observar outros pais que, como ele, vivem submetidos às ordens das mulheres, num esforço inútil de conseguir fazer o mesmo que elas, apercebe-se de que o histórico Império Masculino está à beira do declínio… o que pode até nem ser mau e faz bastante sentido.
Sob esta revelação, David Abiker explica, dentro de um recurso estilístico humorístico, narrando vários episódios da sua vida conjugal e quotidiana, a superior capacidade, real e natural, que a sua mulher tem quando comparada com as suas fracas prestações domésticas, parentais e até profissionais.
Manual de cobardia conjugal, tratado de puericultura alucinado, livro negro da sociedade maternal, carta de amor com nódoas de gordura, bíblia do pai mártir, apontamentos de tendências para homem-parasita, panfleto lúbrico e polémico… O Fabuloso Declínio do Império Masculino é tudo isto ao mesmo tempo.
O autor
Jornalista e escritor francês. Foi cronista da edição francesa da revista masculina Men’s Health. Escreveu ainda Le mur des lamentations: tous victims et fiers de l’être.
José Gigante apresenta-nos, de si, um álbum intimista de uma selecção de sete obras suas. Quatro casas, a reconversão de um moinho, a reconstrução de um sequeiro e um aglomerado de habitações em banda. Textos introdutórios de Luís Ferreira Alves e Victor Mestre e um inventário final de várias outras obras da autoria do autor. Um documento pessoal, de uma harmonia singular, em que o autor cria um sentimento de cumplicidade com o leitor.
“Conheço-lhe bem a obra, mas para ilustrar quanto digo escolho a mais simples e pequena – o moinho. Um brinquedo sério, um lúdico exercício de apurada inteligência e imaginação, a invenção de um viver em 8 m2 redondos.”
Luís Ferreira Alves
“As subtis e elegantes intervenções de José Gigante são também o reflexo do domínio absoluto dos materiais, das técnicas e das tecnologias utilizadas na construção. A beleza dos detalhes deriva da sua simplificação.”
Vítor Mestre
O autor
Nasceu no Porto em 1952. Frequentou o curso de Arquitectura (ESBAP) entre 1969 e 1975, licenciando-se em 1981. Colaborou no gabinete de arquitectura de Jorge Gigante / Francisco Melo entre 1978 e 1990. Em 1997 constitui a empresa José Gigante – Arquitecto Lda. Foi professor assistente nos cursos de Arquitectura da ESBAP e FAUP (Porto), entre 1981 e 1998, e é professor auxiliar convidado do Departamento de Arquitectura da FCTUC (Coimbra) desde 1998.
Os sonhos desde sempre cativaram a curiosidade humana e suscitaram as mais diversas teorias. Mas foi Freud quem primeiro lhes atribuiu um carácter científico e interpretativo. Desde então, vários cientistas, ao longo de todo o século XX, dedicaram o trabalho de uma vida à descoberta do significado dos sonhos e, principalmente, do que eles poderiam revelar sobre a consciência humana.
Neste livro, Andrea Rock constrói um documento histórico sobre o estudo dos sonhos, dando-nos a conhecer os principais estudiosos da matéria, os seus relatos, as suas experiências, as discussões, os erros, culminando nos tempos modernos em que a tecnologia se associou à leitura do nosso cérebro e permitiu novas descobertas.
Se sempre se interrogou sobre o significado dos seus sonhos, por que razão temos pesadelos, o que acontece ao cérebro quando sonhamos, por que razão sonhamos constantemente com quedas e perseguições, e nunca conseguimos correr o suficiente, então este livro é para si.
“Um trabalho excepcionalmente lúcido e cativante.”
Publishers Weekly
“Uma análise sedutora e elucidativa de como e porque sonhamos.”
The Boston Herald
A autora
Jornalista investigadora, já recebeu diversos prémios pelo seu trabalho de investigação nesta área, incluindo o prémio da National Magazine, prémio Society of Professional Journalists, American Academy of Family Physicians.
“O meu filho devora-me”, “Ele não me deixa um só segundo”, “Ando esgotada”, etc., são desabafos comuns nas mães que, por muito que se esforcem, são incapazes de controlar os seus filhos ou de lhes impor limites. Estas dificuldades residem na culpabilidade que muitos pais sentem por lhes dedicarem pouco tempo, criando-se um ciclo vicioso e insuportável.
Lyliane Nemet-Pier explica aos pais que muitas vezes os comportamentos indesejáveis dos filhos têm origem nas suas próprias atitudes e ensina-os a identificá-las. As respostas para estes problemas passam por deixar cair certas imposições a que os pais se obrigam: renunciar à vontade de se ser perfeito, aprender a delegar, autorizar-se a experimentar sentimentos negativos, etc.
Este livro é o balão de oxigénio que muitos pais precisam para poderem, enfim, respirar de novo.
A autora
Psicanalista e psicóloga clínica francesa, publicou Moi, La Nuit, Je Fais Jamais Dodo.
A história de Stuart, autobiográfica, é a narração de uma infância arrepiante e de uma vida adulta conturbada em busca dessa infância roubada.
Stuart era uma criança como todas as outras que apenas procurava o amor dos pais. Mas, sob uma realidade de pobreza extrema, encontrou maus-tratos, abusos sexuais e a traição das pessoas que o deveriam proteger. A adolescência e a vida adulta não trouxeram consigo a normalidade que tanto precisava, simplesmente outros problemas como as drogas, as relações fracassadas e a prisão.
Um relato cru e sincero, escrito pela própria mão, de uma realidade que só hoje começamos a descobrir e que não deixará ninguém indiferente. Este livro representa o fim de uma vida de sofrimento e o começo de um processo de cura e de ajuda a tantos outros que, como Stuart, sofreram em silêncio.
O autor
Stuart Howarth nasceu em 1968 e vive actualmente em Manchester com a sua mulher e dois filhos. É director comercial de uma empresa de reciclagem de madeira. Ajuda outras pessoas a recuperar de traumas e abusos.
Como é que perdemos tempo? Quais são as nossas prioridades? Como chegámos a esta situação? Para quê tanta pressa? Ao que nos leva este ritmo de vida? Estas são algumas das perguntas que José Luís Trechera levanta e responde, para, no final do livro, nos dizer o que podemos fazer para recuperar a qualidade de vida perdida.
Um livro essencial para quem está cansado de correr atrás do que não consegue agarrar. Escrito de uma forma simples, quase literária, para se saborear numa leitura que reensina a olhar e a viver.
“Na cultura do primeiro mundo ser lento é sinónimo de ineficaz, inútil e ‘tolo’. Impõe-se a rapidez e a impaciência, tudo tem de estar disponível ‘na hora’. Passamos o tempo a correr de um lado para o outro.
Torna-se imperativo a rapidez de uma reflexão, mas em certas ocasiões vale a pena trocar o relógio pela bússola para se encontrar o Norte.
Este livro dá-lhe as chaves para gerir o tempo de uma forma eficaz, reflexiva e inteligente.”
O autor
Nasceu em Cádiz em 1958. Estudou em Sevilha (Filosofia e Ciências da Educação: Psicologia), Granada (Teologia) e Madrid (Licenciatura em Teologia Moral e Doutorado em Psicologia, Universidade Comillas). Mestre em Direcção de Recursos Humanos e Organização (DRHO-ESIC). Professor na área de Recursos Humanos da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais (ETEA), adscrita à Universidade de Córdoba.
Neste álbum de uma elegância sublime, o arquitecto espanhol Francisco Mangado, vencedor do Grande Prémio Enor 2007, com o estádio ‘La Balastera’, apresenta-nos um formato simples de 2 obras + 2 projectos, introduzidos por uma entrevista ao próprio conduzida por Manuel Graça Dias.
As duas obras exibidas, ilustradas por expressivas fotografias, são o premiado Estádio La Bastera, em Palencia, e a Cafetaria Baluarte, em Pamplona. Os dois projectos em construção são o Palácio de Congressos de Ávila e o Pavilhão de Espanha para a Expo’2008, em Zaragoza. Esta edição apresenta-se em português e castelhano.
O autor
Nasceu em Navarra em 1957. Arquitecto pela Escola Superior de Arquitectura da Universidade de Navarra, desenvolve aí a sua actividade como professor, e também na Graduate School of Design da Universidade de Harvard, na UTA, Texas, e na Universidade Internacional da Catalunha, entre outras.
Um dia, Cília, em coma há dezassete anos, acorda, mas sem memória da sua vida anterior ao momento trágico. As suas memórias são agora as de outra mulher, Lucília, que morreu de acidente na mesma altura em que Cília acorda.
Lucília faleceu triste, com muita mágoa e com a vida inacabada. Estas duas almas cruzam-se na vida e na morte e fazem cruzar as vidas das suas famílias, confusas com este acaso trágico e misterioso.
Cília terá de encontrar os instantes perdidos da sua vida e Valéria, a narradora deste livro, será uma peça fundamental na descoberta da verdade. Com a sua profunda amizade por Cília, e a preciosa ajuda de uma terceira pessoa que entrará nas suas vidas, acham as respostas para encontrar de novo o caminho certo.
Obra surpreendente e original em jeito de memória, retrata um acontecimento de transcendência espiritual sem respostas científicas. Repleta de energia positiva, ensina-nos a ter tolerância com o desconhecido e a encontrar respostas nos lugares menos prováveis e a desmistificá-los.
O número 24 da revista Arquitectura Ibéricaé dedicado à recuperação de infra-estruturas a necessitar de reabilitação. Um tema de discussão permanente na vida arquitectónica de todas as cidades do mundo. Dois museus, edifícios de habitação pombalinos, um dos quais recuperado por Álvaro Siza, edifícios públicos e uma estação de comboios são as obras que se mostram nesta edição.
O segundo volume dedicado à guerra na antiguidade (que recebeu quatro estrelas na crítica da revista Notícias Sábado, num artigo que pode leraqui), coordenado pelos professores António Ramos dos Santos e José Varandas, dá continuidade à descodificação de todas as envolventes militares de outros tempos e que fizeram a nossa História.
Desde a narração de vários eventos histórico-militares à exposição de um orçamento de guerra na antiga Mesopotâmia, passando pelo armamento dos lusitanos nas campanhas de Viriato, este conjunto de textos procura apresentar diversas questões, bem como as suas respostas, sobre o fenómeno da guerra, os seus efeitos, principais e colaterais, e o drama humano por detrás dos acontecimentos bélicos no Mundo Antigo.
Os coordenadores
António Ramos das Santos é professor auxiliar do Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e investigador do Centro de História da Universidade de Lisboa e do Instituto Oriental da FLUL.
José Varandas é professor auxiliar do Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e investigador do Centro de História da Universidade de Lisboa.
Grace é uma menina de dez anos, inteligente, boa aluna e joga futebol numa equipa feminina. Os seus pais são ricos e bem sucedidos, apesar de um casamento com pouca paixão. Quando a menina desaparece, após um jogo, a família fica dilacerada.
Os raptores não pedem resgate e aos poucos a família percebe que o objectivo do seu desaparecimento pode não envolver dinheiro. Haverá uma rede de pedofilia envolvida no seu desaparecimento? Estará Grace morta?
O FBI procura-a, o avô, veterano das forças especiais no Vietname, que mantém uma relação forte com Grace, procura-a e inicia-se uma corrida contra o tempo, onde os segredos de família têm um papel essencial no desenlace da trama.
“Impossível de parar de ler, o livro é puro suspense do princípio ao fim, à medida que os segredos mais sombrios da família emergem perante o pior momento das suas vidas.”
New York Times
“Outro thriller explosivo impossível de largar… repleto de reviravoltas e com uma trama que mantém o leitor na dúvida até ao fim. Definitivamente a não perder.”
crimesquad.com/UK
“Gimenez escreveu um thriller aterrador, de histórias sobrepostas, no qual personagens complexas e um ardil alucinante arrebatam o leitor num instante.”
Starred Review, Library Journal
O autor
Autor de outro best-seller: The Color of Law. Nasceu no Texas e estudou na Universidade Estatal do Texas. Possui bacharelato em Ciência Política e exerceu Direito numa firma da qual se tornou sócio. Dez anos mais tarde decide trabalhar por conta própria e dedicar-se à escrita.
Nos nossos dias, diversos factores contribuem para encurtar a infância. A televisão, a publicidade, a sociedade e os pais, desde que a criança foi reconhecida como pessoa, têm tendência para a considerar como um adulto. Ao esquecer a sua idade e a geração que os separa, ficam aflitos quando a criança se afirma com convicção ou sobrecarregam-na com preocupações que não são suas. Para crescer e amadurecer de forma equilibrada, os pais devem assumir o seu lugar no seio da família e não confundir os papéis.
Neste livro, Béatrice Copper-Royer, psicóloga clínica e psicoterapeuta, aborda a importância de respeitar as etapas da infância, aceitando em simultâneo o conflito saudável. Explica, de uma forma simples mas muito eficaz, como podemos ajudar as nossas crianças a estruturarem-se mentalmente e a sentirem-se bem na sua pele. Como conclui a autora, “a cada idade a sua pena”.
A autora
Psicóloga clínica e psicanalista, especialista em clínica da criança e do adolescente. A partir da sua experiência clínica com as crianças escreveu numerosas obras, incluindo Os Medos das Crianças, Premiers Émois, Premieres Amours.
Pode ler o Prefácio desta obra, da autoria do Dr. Alain Braconnier, aqui.
De uma forma prática, a autora aborda os diferentes tipos de medo (terrores nocturnos e pesadelos, o medo do escuro ou dos monstros imaginários), as fobias e as angústias, tanto em crianças pequenas como nos adolescentes. O livro apresenta diversos casos reais com que a autora se deparou na sua prática de consulta psicológica, com o objectivo de se poder distinguir entre um medo “normal”, patológico ou uma fobia.
“Nem todos os medos são nocivos e invalidantes. Existem alguns que são úteis, ajudando a criança a construir-se e a desenvolver-se harmoniosamente: sem o seu medo, a criança poria a mão no fogo, treparia à varanda, iria com qualquer estranho… No entanto, o medo faz parte das emoções que os pais não gostam de descobrir no seu filho, sobretudo na nossa época em que, adulado, este deve ser «perfeito».”
A autora
Béatrice Copper-Royer é psicóloga especializada em clínica das crianças e dos adolescentes e psicanalista. Escreveu também o livro As Crianças Não São Adultos.
“Claro que não é diferente! O que é que um bebé tão pequeno pode saber? Havemos de amá-la e dar-lhe um lar maravilhoso. Estava convencida de que o amor tudo podia. O que descobri, no entanto, foi que era mais fácil para nós dar-lhe amor do que para ela recebê-lo.”
Compreender a Criança Adoptada é um livro que irá revolucionar o modo como pensamos a adopção.
A autora clarifica os efeitos da separação e do abandono da mãe biológica sofridos pela criança adoptada e dá uma explicação para os sentimentos e comportamentos destas crianças. Best Seller nos Estados Unidos.
A autora
Nancy Verrier, mãe de duas filhas – uma delas adoptadas –, é psicóloga clínica e psicoterapeuta. Além do seu trabalho clínico, principalmente na área da adopção, Verrier escreve e lecciona sobre os efeitos dos primeiros traumas infantis e a privação causada pela separação prematura da mãe em diferentes circunstâncias.
O nosso livro, Síndrome de Alienação Parental, deu que falar em diversos programas de televisão, como O Mundo das Mulheres, na SIC Mulher, Sociedade Civil, na RTP 2, ou Depois do Adeus, o programa de Maria Elisa, na RTP 1, e fez correr tinta nas páginas do DN, da revista Focus e no Expresso, aqui: sindromealienacaoparental_expresso_01mar2008
A ideia de um pai/mãe manipular o seu filho com a intenção de predispô-lo contra o outro progenitor pode parecer difícil de aceitar, porém é um fenómeno cada vez mais frequente depois de um divórcio ou separação.
Este fenómeno conhecido pelos especialistas como Síndrome de Alienação Parental é ainda pouco estudado em Portugal.
O autor descreve, de uma forma prática e rigorosa, o processo pelo qual um progenitor muda a consciência do seu filho de forma a impedir ou destruir o vínculo com o outro pai, até conseguir que o odeie o rejeite.
O autor reflecte a sua experiência quotidiana nos tribunais através de casos reais e fáceis de entender. Inclui também estratégias e conselhos terapêuticos para prevenir ou abordar este problema.
José Manuel Aguilar Cuenca nasceu em Madrid em 1969. Psicólogo clínico e forense, especializou-se em avaliação e tratamento das patologias no âmbito dos tribunais. Director de investigação na Andaluzia das mais importantes consultoras internacionais, estudou e tratou numerosos casos de SAP. Escreveu Con mamá y con papá, um livro que aborda a custódia conjunta.
Existindo poucos documentos sobre a vida e obra do arquitecto Cassiano Branco, este livro transforma-se num valioso arquivo histórico da vida e percurso profissional de um arquitecto que marca categoricamente o século XX.
Cassiano Branco, apanhado pelo movimento modernista e direccionado pelo ideal épico do Estado Novo, é o reflexo confuso de um modernismo pouco conseguido em Portugal e uma vontade política de enaltecimento do nosso passado histórico, numa mistura indistinta entre a arquitectura e a cenografia.
Numa vida pautada pela constante luta pelos favores do Estado, Cassiano foi autor de obras de referência como o Éden-teatro, o Coliseu do Porto, o Grande Hotel do Luso, o Portugal dos Pequenitos em Coimbra, o Cinema Império e inúmeros edifícios nas avenidas novas de Lisboa. Um arquitecto responsável por uma imagem mais moderna do nosso país e da sua capital, Lisboa.
O autor
Nasceu em 1970. Arquitecto, doutorado em 2004 pela Universidade Politécnica da Catalunha, concluiu em 1996 o programa de Master La Cultura de Metropolis. Possui atelier próprio em Lisboa, onde tem desenvolvido diversos projectos. Foi arquitecto do Departamento de Construção de Habitação da Câmara Municipal de Lisboa entre 1994 e 2000. Foi professor na Universidade Lusíada entre 1997 e 2007 e actualmente é presidente e professor auxiliar do Departamento de Arquitectura e Urbanismo do ISCTE.
No número 23 da revista Arquitectura Ibérica, com destaque para as obras e infra-estruturas que se designam por equipamentos, apresentam-se vários projectos de grande dimensão e polivalência essenciais à vida e cultura de qualquer cidade. Dos hotéis aos museus, das galerias de arte aos centros de saúde, passando por centros tecnológicos e uma piscina municipal, a Arquitectura Ibérica n.º 23 estende o território ibérico até Angola e Brasil para mostrar alguns dos equipamentos que transformam a vida das cidades.
Trata-se de um olhar irreverente e provocador sobre A Coisa Feminina, isto é, a mente feminina, com todas as contradições, inconsistências e conflitos internos que caracterizam a condição feminina do século XXI.
A mulher vive entre o feminismo e a feminilidade; entre o sucesso da sua carreira, ser melhor do que o homem e o usar um sofisticado Wonderbra, fazer uma plástica ou usar botox. Tão audacioso quanto bem fundamentado, analisa a famosa guerra entre os sexos e o que as mulheres “realmente” querem. Um livro essencial para a compreensão d’a coisa feminina…
“A Coisa Feminina é um trabalho extraordinário.”
Guardian
“Kipnis é como a versão de mulher inteligente que Carrie Brashaw deveria ser em O Sexo e a Cidade.”
Laura Miller em Salon.com
“As duas faces da Eva. Se é suposto amarmo-nos a nós próprias, por que é que somos tão obsessivas em melhorar certas imperfeições corporais? Kipnis é esperta e muito divertida!”
Carolyn See, Washington Post
“A ‘voz’ de Kipnis é inteligente, repleta de estilo e bem-humorada.”
Cathie Beck, Rocky Mountain
“A Coisa Feminina contém coisas magníficas (divertidas, ultrajantes, elegantes e muito úteis).”
New York Magazine
A autora
Laura Kipnis é professora de Estudos de Comunicação na Universidade de Northwestern. Autora de diversos ensaios e artigos sobre política sexual e cultura contemporânea, escreveu o livro Against Love: A Polemic.
A partir de uma memória existente na Torre do Tombo, a autora reconstitui o tempo e as circunstâncias histórico-políticas de Fernão Roiz Penso, homem de negócios muito influente na corte de D. João IV, preso pela Inquisição, entre 1672 e 1684.
Aborda as relações de poder entre a Coroa e a Igreja em cujos laços o autor do manuscrito acabou por cair, por ser cristão-novo, nascido em Castela durante a união dinástica, e pelas relações particulares, onde se incluem vultos da cultura e da sociedade contemporâneas.
Um documento único e fascinante criado a partir de um escrito feito pela mão do próprio condenado, sentido pelo próprio injustiçado, vivido pelo próprio sentenciado.
“Fernão Roiz ou Fernando Rodrigues Penso podia gabar-se de ser um dos habitantes da Lisboa seiscentista que nas vésperas da Restauração não precisava de agradecer nada a ninguém.”
O autor
Professora efectiva de História do ensino secundário, desde 1980, e mestre em História da Arte. Dedica-se ao estudo e divulgação do património.
Nos últimos anos tem-se ocupado da investigação de fundos documentais existentes na Torre do Tombo sobre história local e regional de que resultou uma trilogia sob o título comum Cavaleiros de Santiago Senhores da Lagoalva.
Este é um livro sobre as relações humanas e o quotidiano. Sobre os afectos e a passagem do tempo. Ao mesmo tempo, irónico e pungente, trata de convergências e desfasamentos, sobre um fundo onde perpassam o ambiente de uma escola de província, a Coimbra do passado, dois retratos de Goya e as intermitências do divino.
Este é o primeiro romance de um autor promissor que esclarece todo o seu talento literário logo nas primeiras páginas, nas primeiras linhas, e envolve o leitor numa escrita intimista e profunda.
“O livro que se propõe escrever será muito mais que autobiografia, será a sua justificação de viver. Autor/protagonista de um futuro livro que resgate a sua vida, ocupando o lugar dela, fundindo-se com ela.”
O autor
José Alberto Gomes Machado nasceu em Lisboa em 1957. É professor catedrático de História da Arte da Universidade de Évora, onde tem desempenhado variadas funções, nomeadamente as de Pró-Reitor, Director do Centro de História da Arte e Presidente do Conselho Científico.
A partir de uma selecção do editor, este álbum apresenta 26 casas, assinadas por arquitectos portugueses e espanhóis, distribuídas por três temáticas arquitectónicas – território, cidade e tectónica – subordinadas ao tema principal.
As casas são abordadas de acordo com os aspectos que nelas são mais evidentes: a relação que estabelecem com o território e a paisagem (natural ou artificial), bem como a construção baseada em materiais clássicos a par de uma busca e experimentação, cada vez maior, de novas formas e texturas na arquitectura.
Este magnífico livro é uma janela para casas deslumbrantes da nossa Península que moldam e se moldam aos seus ambientes, sejam eles de verde ou de betão, e excedem as fronteiras da harmonia arquitectónica.
O autor
Nasceu em Lourenço Marques, Moçambique.
Licenciado em História de Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Curso de Pintura e Desenho, de Estética e Teorias da Arte Contemporânea pela Sociedade Nacional das Belas Artes. Depois de ter passado pela Architécti, Arte e Construção, Artes Plásticas, Casa e Decoração, Máxima Interiores, Estar Editora e Edições ASA é, presentemente, editor da Caleidoscópio e director do periódico ArquitecturaIbérica.
Para ficar a conhecer todas as obras incluídas neste álbum, pode consultar o Índiceaqui.
Alexandre Nobre Pais reúne, neste magnífico álbum, amplamente ilustrado, alguns dos mais importantes presépios nacionais, incluindo vários de colecções particulares. Um documento raro da bibliografia portuguesa.
Neste livro poderá conhecer as origens de uma tradição secular, as histórias da História do presépio, do séc. XVIII, e algumas das colecções privadas, habitualmente afastadas dos olhares públicos. Uma arte muito representativa da religiosidade do nosso país, que, por falta de exemplos conservados, não tem conseguido afirmar-se como arte maior de reconhecida originalidade.
O autor
Licenciou-se em História de Arte, pela Universidade Clássica de Lisboa e fez Mestrado em História de Arte na Universidade Nova de Lisboa com o tema da dissertação Presépios de Barro Portugueses do séc. XVIII.
Actualmente trabalha na Divisão de Documentação e Divulgação do Instituto dos Museus e da Conservação, encontrando-se a desenvolver o seu Doutoramento na Universidade Católica Portuguesa.
Pode ler a Introdução e o Sumário deste álbum aqui.
Este livro pretende ser um programa para gerir o peso e melhorar a saúde, compilando alguns princípios e orientações que ajudam a ter um peso mais saudável. Este programa propõe 12 passos a implementar de acordo com a dinâmica de vida e personalidade de cada um.
Apresenta quadros e tabelas que nos podem ajudar a fazer uma gestão do peso e a ter qualidade de vida. O programa tem a duração de 12 semanas e permite uma monitorização de resultados que motivarão o leitor a continuar.
A autora não faz uso de formas restritivas e fundamentalistas para perder peso, utiliza conhecimentos simples para adquirirmos hábitos saudáveis no dia-a-dia. Na última parte do livro, propõe alguns planos alimentares que têm em conta as calorias a despender diariamente.
Licenciada em Educação Física e Desporto, Mestre em Exercício e Saúde e a finalizar doutoramento em gestão do peso. Sócia-fundadora da clínica Metabólica, clínica especializada em programas comportamentais para a gestão do peso. Colabora no programa Família Superstar e terá um programa na SIC Mulher, onde dará a conhecer a intervenção da gestão do peso.
O livro As Crónicas do Eirozinho é o resultado da escolha do autor dos melhores momentos, durante o primeiro ano de emissão, do espaço com o mesmo nome, que apresenta diariamente no programa Fátima, na SIC.
Observador atento, Nuno Eiró comenta as mais estranhas notícias da nossa sociedade, aliando a arte literária a uma fina inteligência humorística cravada de sarcasmo e ironia, apontando o ridículo da vida.
O efeito é um livro contagiante, colorido pelos cartoons de Pedro Alves, em que cada página nos obriga a um sorriso até à gargalhada incontrolável que nos apanha desprevenidos. Sem nunca esquecer, mesmo aqui, a presença de Fátima Lopes, transportando-nos mentalmente para o programa televisivo.
Nuno Eiró nasceu em 1974. Licenciado em Comunicação Social e Cultural na variante de Jornalismo. Trabalhou na Antena 3 em diversos programas e estreou-se na televisão como apresentador, em 2002, no programa 21 à Conversa no Canal 21 da TV CABO.
Na SIC Mulher, foi autor e guionista do programa de moda Corte I Costura. Na SIC, foi repórter no programa Catarina.Com; redactor principal do Flash / Êxtase, em 2003; apresentador e autor do Flagrante Delírio, em 2004; apresentador do Êxtase, em 2005; e colabora na “Tertúlia Cor-de-rosa”, no programa Fátima.
É autor e apresentador de “As Crónicas do Eirozinho”, diariamente no programa Fátima desde Novembro de 2006 e repórter de exteriores do programa Família Superstar.